Atividades desenvolvidas com o livro Camilão, o comilão

Postado por JANE HERCILIA , sexta-feira, 20 de maio de 2016 06:49

Em 2011, desenvolvemos um trabalho muito gostoso em toda a rede de Barretos nos CEMEIs com o livro da Ana Maria Machado CAMILÃO O COMILÃO.


O trabalho iniciou depois que fui visitar uma sala de aula, da professora Leticia, do CEMEI Orival Leite,  ela estava lendo o livro para os alunos, eu pessoalmente não conhecia o livro, mas como não podia deixar de ser apaixonei pela história. 
Ao chegar no CEFORPE (Centro de Formação dos Profissionais da Educação), busquei na internet mais informações e montei um "projetinho" ou melhor uma Sequencia Didática e no HTPC seguinte das Professoras Coordenadoras passei as informações de como deveria ser trabalhado.
Foi uma febre, destas que todos  se apaixonam.
A historia é assim:


História: Camilo, o Comilão
Camilo era um leitão. Um pouco grande, o Camilão. Não era um porco dos mais porcos.
Mas era preguiçoso. E muito guloso. Um comilão esse Camilão.
Mas não queria saber de trabalhar para ganhar comida. Preferia comer cada dia em casa de  um  amigo.  Ou  então  pedia  comidinha  aos  outros.  Ninguém  se  incomodava,  porque  gostavam dele. E achavam graça naquela gulodice. Que não fazia mal a ninguém. Só mesmo ao Camilão. Um dia Camilão saiu de casa com uma cesta vazia. No fundo, só um guardanapo.
E na roça do seu Manduca, encontrou o cachorro Fiel.
_ Bom dia amigo. O que você está fazendo?
_ Trabalhando, tomando conta destas melancias.
_ Puxa, quanta melancia! E eu aqui com tanta fome que acho até que vou desmaiar. Será que  você podia me arranjar uma?
_ Está bem. Uma só não faz falta. Tome.
E    se  foi  Camilão  pela  estrada  com  sua  cesta.  Na  cesta  uma  melancia.  O  guardanapo  por cima e encontrou o Burro Joça puxando uma carroça.
_ Bom dia, amigo. Que é que você está fazendo?
_ Trabalhando. Levando essas abóboras para o mercado.
_ Puxa quanta abóbora! E eu aqui com tanta fome e que acho até que vou desmaiar. Será que
você podia me arranjar uma?
_ Esta bem. Tome duas. Não vão fazer falta.
E lá se foi Camilão pela estrada. Com sua cesta. Na cesta, uma melancia e duas abóboras e o
guardanapo por cima. E, encontrou a vaca Mimosa, lá no curral.
_ Bom dia, amiga. Que é que você está fazendo?
_ Trabalhando. Fazendo manteiga, queijo, requeijão.
_  Puxa,  quanta  coisa!  E  eu  aqui  com  tanta  fome  que  acho  até  que  vou  desmaiar.  Sera  que você podia me arranjar alguma coisa?
_ Está bem. Tome três queijos e quatro litros de leite.
Com sua cesta. A cesta, uma melancia, duas abóboras, três queijos, quatro litros de leite e por cima o guardanapo. E encontrou a galinha Quiqui, na porta do galinheiro. A mesma conversa.
O mesmo pedido. Qui qui gritou lá para dentro:
_ Meus filhos “Seu Camilo quer milho!”
E os pintinhos trouxeram cinco espigas de milho para Camilão.
E lá foi ele pela estrada. Com sua cesta. Na cesta uma melancia, duas abóboras, três queijos, quatro litros de leite, cinco espigas de milho. E o guardanapo por cima.
E encontrou o macaco. Desta vez não foi tão fácil, que Simão era muito esperto. Mas Camilo tanto que pediu que acabou ganhando.
_ Está bem. Um cacho inteiro eu não vou dar, mas tome meia dúzia de bananas.
E    se  foi  Camilão  pela  estrada.  Com  sua  cesta.  Na  cesta,  uma  melancia,  duas abóboras,  três  queijos,  quatro  litros  de  leite,  cinco  espigas  de  milho  e  seis  bananas  e  o guardanapo por cima. E encontrou a abelha Zizi, ocupadíssima, recolhendo pólen. Conversou, pediu, acabou ganhando sete potes de mel. E lá se foi Camilão pela estrada. Com sua cesta.
Na  cesta  uma  melancia,  duas  abóboras,  três  queijos,  quatro  litros  de  leite,  cinco  espigas  de milho  e  seis  bananas  e  sete  potes  de  mel.  O  guardanapo  por  cima.  E  encontrou  o  coelho
Orelhudo.  Acho  que  agora  você    adivinhou  o  que  aconteceu.  Isso  mesmo...  O  coelho  disse
que estava trabalhando e Camilão veio com aquela conversa de dizer que estava com fome e ia  desmaiar.  Acabou  ganhando  oito  alfaces  e  nove  cenouras.  Botou  tudo  dentro  da  cesta, cobriu  com  o  guardanapo  e  ....    se  foi  Camilão  pela  estrada.  Com  sua  cesta.  Na  cesta quantas  melancias?  Quantas  abóboras,  e  queijos?  E  litro  de  leite?  E  espigas  de  milho?  E quantas bananas mesmo? E quantos potes de mel? Quantas alfaces e cenouras? Muito bem!
Um monte de comida.
Encontrou o esquilo, conversou, pediu, acabou ganhando dez avelãs. E lá se foi Camilão para  um  lugar  sossegado  da  mata.  Agora,  o  que  você  acha  que  aconteceu?  Você  acha  que
Camilão se escondeu para comer tudo sozinho?
E depois ficou com a maior dor de barriga? Desta vez vai acontecer uma coisa diferente.
Nosso  amigo  leitão  pode  ser  guloso,  mas  todo  mundo  gosta  dele.  Porque  divide  o  que tem.
Camilão vai dar uma festa de comilança. E convidar todos os amigos que deram alguma coisaa ele.
Eu  também  vou.  Levando  onze  laranjas.  Você  quer  ir?  Vai  levar  doze...  o  que?  E  seu irmão? E seu amigo?




  As Professoras repassaram para os CEMEIs que eram responsáveis e as professoras gostaram da ideia e trabalharam com empenho com seus alunos.Não tem como colocar o trabalho de todos os envolvidos aqui, por isso vou colocar de uma Professora Coordenadora (PC) e de um CEMEI e de duas professoras que desenvolveram juntas.no caso era PC era a Thaismara e o CEMEI era o Tenente Afonso e as professoras foram a Livia e Ana Paula, achei o registro do trabalho delas tão lindo que ficou para sempre  na minha memória, as outras professoras que desenvolveram igual ou melhor me desculpem, mas as duas me presentearam com as fotos e relatos por isso sempre que falo deste projetinho me remeto as duas.
O trabalho desenvolvido envolvia as áreas de linguagem oral, escrita, matematica, artes, entre outras. vou colocar aqui o projeto inteiro. A  própria editora sugere como trabalhar com o livro e eu copiei tais sugestões.
Atividades para depois da leitura de Camilão, o comilão.
Atividade 1: O personagem que eu escolheria
Na roda de histórias, inicie a conversa com algumas perguntas:
— Como era Camilão? O que ele gostava de fazer? Como ele conseguia comida? Vocês repararam que a autora escolheu um nome que tem o “jeitão” do personagem?
Prossiga a conversa com alguns comentários:
— A autora brinca com os vários significados e com a sonoridade das palavras, fazendo as seguintes ligações: Camilo — Camilão — comilão — porco — comida — gula. Quando nós lemos a história, também fazemos essas ligações na nossa cabeça.
Então, sugira a atividade:
— Vamos também criar nomes que tenham ligações com o jeito do personagem. Que
nome você daria para um personagem que fosse dorminhoco e preguiçoso? Que palavras combinam com “preguiça”? Por exemplo: sono, rede, canção de ninar.
— E se a gente fosse criar um nome para um personagem que fosse muito agitado e
rápido? Que palavras combinam com “agitação”? Por exemplo: correr, pular, dançar etc.
Distribua as folhas de sulfite e lápis de cor para as crianças desenharem e
escreverem os nomes dos personagens ( de acordo com sua hipótese). Depois, cada aluno mostra o personagem e o nome que criou para ele, o professor poderá organizar os nomes inventados numa folha de papel pardo.
Organize um mural, “O nome e o jeito do personagem”, com os trabalhos dos alunos.

Atividade 2: Aprendendo a fazer associações
Além do Camilão, os outros personagens da história também são bichos.
Instigue as crianças a apreciar as ligações que podem ser feitas entre os bichos e as situações da história:
— Qual é o bicho que dá queijo e leite para Camilão? (A vaca.)
— Que nome ela tem? (Mimosa.)
— Por que a autora escolheu a vaca para dar leite e queijo para Camilão? (Porque leite e queijo são duas coisas que associamos à vaca.)
— Qual é o bicho que dá milho para Camilão?  (A galinha.)
— Que nome ela tem? (Quiqui.)
— Por que a autora escolheu uma galinha para dar milho para Camilão e não um cachorro, por exemplo? (Porque as galinhas comem milho.)
— Qual é o bicho que dá mel para Camilão? (A abelha.)
— Que nome ele tem? (Zizi.)
— Por que a autora escolheu uma abelha para dar mel para o Camilão? (Porque as abelhas produzem mel.)
Sugestão: Você também pode mostrar as ligações que há entre os nomes de alguns
personagens e o som que eles fazem. Por exemplo: Zizi, o nome da abelha, lembra o som que esse animal faz: zzzz.
Distribua uma folha de sulfite para cada criança. Proponha para a classe:
• Desenhar um bicho (que seja diferente dos que aparecem na história) e a comida que ele vai dar para o Camilão.
• Criar e escrever um nome para ele.
Incentive as crianças a estabelecer uma ligação entre o bicho, a comida que ele dá e o nome que ele tem. Por exemplo: a gata Mimi deu onze sardinhas para o Camilão; ou o tamanduá Tatá deu doze formigas para o Camilão.
Todos desenham e depois apresentam suas criações para a turma.


Atividade 3: Brincando com o conceito de “história cumulativa”
Materiais necessários
Professor
• 1 minidicionário
• 1 cesta
• 1 guardanapo grande
• 4 caixinhas de leite vazias
• 7 copos de plástico
• 1 pratinho de papel e garfinhos de plástico (conforme o número de alunos)
• 2 toalhas (velhas) de mesa
Aluno:
• 1 rolo de papel crepom verde
• 1 rolo de papel crepom marrom
• 1 rolo de papel crepom amarelo
Divida o grupo em equipes. Peça às crianças que reservem alguns pedaços de papel
crepom, não muito grandes, para utilizarem no fim da atividade. Oriente-as a confeccionar, com o restante do papel, os copos plásticos e as caixinhas de leite vazias, os seguintes objetos de cena:
• 1 melancia
• 2 abóboras
• 3 queijos
• 4 litros de leite (as próprias caixinhas de leite vazias)
• 5 espigas de milho
• 6 bananas
• 7 potes de mel (com os sete copos de plástico)
• 8 pés de alface
• 9 cenouras
• 10 avelãs
Depois que confeccionarem os objetos de cena, cada criança pega um só objeto de
cena e senta-se em roda, seguindo a ordem em que as comidas aparecem na história.
Quando todos estiverem sentados em roda segurando os objetos de cena, você pega os materiais que trouxe de casa, a cesta (com o guardanapo dentro dela) e propõe:
— Na história, o Camilão pega uma melancia, depois, duas abóboras, depois, três queijos etc. Isto é, as “coisas vão crescendo” à medida que a história vai sendo contada. Esse tipo de história se chama “história cumulativa”. Vamos procurar no dicionário o significado das palavras: “cúmulo” e “cumular”.
Cúmulo: reunião e coisas sobrepostas / montão.
Cumular: acumular, dar ou conceder em alto grau ou grande quantidade.
Leia novamente a história com as crianças. Quando chegar no trecho:
— Puxa, quanta melancia! E eu aqui com tanta fome que acho até que vou desmaiar.
Será que você podia me arranjar uma?
— Está bem. Uma só não faz falta. Tome.
E lá se foi Camilão pela estrada. Com sua cesta. Na cesta, uma melancia. O guardanapo por cima.
Então, a criança que está com a melancia de papel crepom a coloca dentro da cesta, põe o guardanapo por cima e fica segurando a cesta enquanto você continua a leitura da história.
Quando você ler o trecho que mostra o Camilão pedindo 2 abóboras, o aluno que está com a cesta, que tem 1 melancia, passa a cesta para as duas crianças que estão sentadas ao lado segurando as 2 abóboras. Elas colocam as 2 abóboras dentro da cesta, põem o guardanapo por cima e ficam segurando a cesta enquanto você continua a leitura da história.
Quando você ler o trecho em que Camilão encontra a vaca Mimosa e ganha 3 queijos e 4 litros de leite, as crianças que estão segurando a cesta passam para os alunos ao lado. Estes colocam os 3 queijos e as 4 caixinhas de leite dentro da cesta. Não poderão esquecer  de colocar o guardanapo por cima!
As crianças permanecerão segurando a cesta enquanto você continua a leitura. A cesta, por sua vez, vai passando pela roda, acompanhando as situações do enredo.
No final da história, uma criança coloca a cesta no meio da roda. Outro aluno “ lê “ este trecho:
Nosso amigo leitão pode ser guloso, mas todo mundo gosta dele. Porque divide o que tem. Camilão vai dar uma festa de comilança. E convidar todos os amigos que deram alguma coisa a ele.
Em seguida, você faz a seguinte pergunta:
— E na festa de comilança vai ter o quê?
Então, a criança que está no meio da roda vai tirando uma comida por vez da cesta do Camilão, enquanto todos contam:
1 melancia
2 abóboras
3 queijos
4 litros de leite... E assim sucessivamente.
Depois, você estende as toalhas de mesa no chão.
Todos picam papel crepom fazendo de conta que é comida e servem nos pratinhos com garfinhos para os convidados da festa do Camilão, que serão representados pelas próprias crianças.
Atividade 4: Parlendas e cantigas folclóricas cumulativas
Já vimos que a história do Camilão é uma “história cumulativa”. Há parlendas e cantigas de roda que também “acumulam coisas”.
Sugestão:
A árvore da montanha
A árvore da montanha oê, iaô } bis
Essa árvore tem um tronco
Ai, que tronco, belo tronco
Ai, ai, ai que amor de tronco
O tronco da árvore
A árvore da montanha oê, iaô } bis
Esse tronco tem um galho
Ai, que galho, belo galho
Ai, ai, ai que amor de galho
O galho do tronco
O tronco da árvore
A árvore da montanha oê, iaô } bis
Esse galho tem uma folha
Ai, que folha, bela folha
Ai, ai, ai que amor de folha
A folha do galho
O galho do tronco
O tronco da árvore
A árvore da montanha oê, iaô } bis
Obs.: Na cantiga, os participantes podem ir “acumulando” as coisas que quiserem.
Atividade 5 :  Na historia o Camilão escreve um convite para todos os amigos para virem a sua festa. Vamos então fazer um convite para nossa festa?
Para o professor: TEXTO EPISTOLAR
O texto epistolar é toda comunicação que estabelece um diálogo à distância,
entre duas ou mais pessoas, por meio da linguagem escrita: cartas, ofícios,
telegramas, e outros tipos. É o portador de texto que possui maior variação
textual. De acordo com seu caráter, o texto epistolar pode ser:
• Particular ou social – quando se trata de assuntos pessoais ou íntimos
(entre particulares ).
• Oficial – quando emana de órgãos do serviço público, civil, eclesiástico
ou militar.
• Comercial – quando trata de assuntos comerciais entre empresas.
Apresentam uma estrutura que se reflete claramente em sua organização espacial, cujos componentes são os seguintes:
a) Cabeçalho – que estabelece o lugar e o tempo da produção (data), os dados
do destinatário e a forma de tratamento utilizado para se comunicar com o destinatário.
b) Corpo – parte do texto em que se desenvolve a mensagem escrita.
c) Despedida – que incluem a saudação e a assinatura, através da qual se revela a identidade do autor ou emissor deste texto epistolar.
O grau de familiaridade existente entre o emissor (remetente) e o destinatário, é o que orienta a escolha de estilo a adotar. Se dirigida a um amigo ou familiar, ela deverá ser informal; se o destinatário é desconhecido ou ocupa um nível superior em uma relação assimétrica (empregado em relação ao empregador), impõe-se um estilo mais formal.
ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
• Solicitação de que os alunos procurem, em casa, cartas, convites, bilhetes diversos e levem-nos para a escola para leitura, análise e discussão.
• Confronto dos diferentes textos com outros, buscando as semelhanças e as diferenças.
• Criação de situações concretas de uso dos textos epistolares:
- construção de um correio na escola: entre os colegas ou entre as demais classes;
- escolha de um aluno para ser o carteiro de classe para, regularmente,
uma vez por semana, fazer a distribuição, com toda a caracterização necessária;
- escrita de uma carta de solicitação ou comunicação para uma pessoa importante da escola ou fora dela.
• Incentivo do uso da correspondência, promovendo situações reais de despacho das cartas, para que os alunos recebam na própria residência.
• Apresentação de bons modelos de texto epistolar (pessoais, de informe, de convite, de opinião, de solicitação, de agradecimento, de apresentação) para leitura e  análise.
• Reescritas coletivas, em duplas ou  grupo.
• Promoção, entre os alunos, da troca de suas reescritas, para que tomem conhecimento dos escritos dos outros, anotando as observações de acordo com a “ficha-guia”.
CONSIDERAÇÕES PEDAGÓGICAS
• Antes de dar início às atividades propostas, converse com os alunos sobre o que farão. A conversa inicial tem como objetivo contextualizar o que será lido, a fim de que os alunos possam antecipar ideias e obter informações que auxiliarão a sua compreensão. Nesse momento, o papel do professor é organizar as idéias levantadas por eles, além de transmitir novas informações e sistematizar os conhecimentos que eles forem demonstrando.
• Bilhetes e cartas, assim como, os demais textos epistolares devem ser feitos para alguém e enviado. Não se escreve estes textos para ficar no caderno.

 
 



VAMOS ENTÃO AGORA FAZER O NOSSO CONVITE PARA A NOSSA FESTA!!!



 



Atividade 6: Os bichos também “falam”
Materiais necessários
Aluno:
• 10 cartões de cartolina branca medindo cada um 5 x 5 cm
• lápis para colorir
Na roda de histórias, releia o trecho do livro em que o Camilão conversa com a abelha zimzim Depois pergunte para a turma:
— Vamos perceber como a autora brinca com o sentido das palavras:
Por que será que a abelha tem esse nome? E o nome do Camilão?
(Zizi zzzzz,  Camilão  comilão)
Após responderem às perguntas, explique:
— Quando a gente imita ou escreve o som que os bichos fazem, isso se chama
“onomatopeia”. Por exemplo: “cocoricó” ou “au-au”.
Na roda, cada um poderá imitar o som do bicho que quiser.
Em seguida, cada criança pega os seus materiais: os cartõezinhos e lápis coloridos.
Proponha:
— Vamos organizar duplas. Cada dupla vai criar um “jogo de memória dos bichos”.
Explique às crianças como fazer. Sugestão:
— Pegue um dos quadradinhos brancos e desenhe nele o bicho que você quiser. Escolha um bicho que emita algum som, por exemplo: leão, gato, abelha, vaca etc. Quem quiser, escreve o nome do bicho com o desenho. É importante combinar com seu colega para que todos tenham o mesmo bicho
Depois, proponha em  dupla de crianças que tenham dois animais iguais sempre.  As duplas começam a jogar. As regras são as mesmas do Jogo de Memória tradicional,
1. Organizar dois montes com os cartões virados para baixo: o monte dos bichos
2. Embaralhar bem cada um dos montes. Quem achar os dois animais deve fazer o som do animal encontrado.
. Ganha quem conseguir desvirar mais cartões correspondentes.
OU PODERÃO UTILIZAR ESTE OUTRO MODELO DE JOGO DA MEMÓRIA, E CADA VEZ QUE VIRAR ANIMAIS QUE ESTÃO NA HISTORIA. GANHAM UM PONTO, MAS CADA VEZ QUE ERRAR E TIRAR ANIMAIS QUE NÃO ESTÃO NA HISTORIA IMITARÃO O  ANIMAL.



         






CAÇA PALAVRAS

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CACHORRO
COELHO
MACACO
ESQUILO
GALINHA
BURRO


Infelizmente nem todas as postagens consegui postar, por ser em outro formato, mas vou tentando.
personagens da histórias retirados da internet









Foram feitas oficinas com as professoras para a construção de materiais para a contação de historia e para trabalhar a matemática.
 









Depois que as professoras tinham o material, o trabalho foi para a sala de aula.
Contaram a história primeiro no livro depois no  projetor. Foram para o material  concreto e saborear  o piquenique. Hum delicia!












As professoras e a diretora do CEMEI a Angelica apoiaram e desenvolveram o trabalho assim como em  toda a rede.

A aprendizagem realmente ocorreu e com muito prazer. Quem não se lembra?


obs. o rosto das pessoas e crianças foram manchados para manter a privacidade.




CURSO DE JOGOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Postado por JANE HERCILIA , domingo, 15 de maio de 2016 06:01

TRABALHAMOS COM AS EDUCADORAS OS JOGOS E SUA IMPORTÂNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL.
PRIMEIRO PREPARAMOS O MATERIAL A SER APRESENTADO PARA AS EDUCADORAS. NENHUM DELES FOI DE MINHA AUTORIA .  FOI PESQUISA DA INTERNET.
APRESENTEI VÁRIOS JOGOS E SUAS VARIEDADES E ADAPTAÇÕES PARA AS VARIAS FAIXAS ETÁRIAS. COMO SEMPRE PEDIMOS QUE ELES ORGANIZEM O AMBIENTE, ESPERAMOS POR ELAS EM AMBIENTE ORGANIZADO COMO DEVE SER. O ESPAÇO FOI A ESCOLA ANA CARVALHO CASTANHO NO BAIRRO ZEQUINHA AMENDOLA.
























DEPOIS DE EXPLORAREM OS JOGOS AS EDUCADORAS EM GRUPOS EXPLICAVAM PARA OS OUTROS GRUPOS COMO ERA O JOGO QUE ESTAVA PARTICIPANDO.












COMO TAREFA TERIAM QUE PRODUZIR O JOGO QUE MAIS GOSTARAM E APLICAR COM A PRÓPRIA TURMA NO CEMEI
SAIRAM COISAS LINDAS E O MELHOR AS CRIANÇAS APRENDENDO COM PRAZER.

DESFRALDAMENTO :

Postado por JANE HERCILIA , 05:22

Já a algum tempo trabalhamos o desfraldamento .
Fomos presenteadas com um livro  lindo da Coordenadora Silvia Lucia do CEFORPE : O QUE TEM DENTRO DA SUA FRALDA?

Este livro reproduzimos em EVA tamanho grande, é foi trabalhado nos CEMEIs no Mat. 1

Desfraldamento para iniciantes

Neste artigo
1 - Tenha certeza de que a criança está pronta
2 - Providencie os equipamentos necessários
3 - Deixe  a criança  se acostumar ao penico
4 - Sente-o no penico sem a fralda
5 - Explique o processo
6 – Incentive-o.
7 - Tenha muita calma na hora dos acidentes

você sabe quanto tempo demora o processo todo do desfraldamento?

É verdade que para algumas crianças o problema todo se resolve em poucos dias. Porém, para a maioria, é um aprendizado que pode levar meses.

As chances de sucesso serão muito maiores se a família toda estiver bem informada e deixar bem claro para a criança o que vai acontecer.
1 - Tenha certeza de que a criança está pronta
Existe uma idéia mais ou menos generalizada de que a idade certa para tirar a fralda da criança é por volta dos 2 anos. Mas cada pessoa é diferente e, assim como elas aprendem a andar em momentos distintos, a hora ideal para aprender a fazer xixi e cocô no penico ou na privada pode variar muito.
Há algumas crianças que só ficam realmente preparadas para iniciar o desfraldamento quando têm mais de 3 anos. Para saber se é o caso confira nossa lista de sinais de que chegou a hora.

Se achar que  a criança não está pronto, resista à pressão, ou então faça uma tentativa sabendo que é provável que tenha de voltar atrás antes que o estresse se instale.
2 - Providencie os equipamentos necessários
Não é nada muito complicado: arranje um penico ou um adaptador para o vaso sanitário, um anel que evita que a criança "caia" dentro da privada. Talvez seja melhor começar com o penico: com os pés apoiados no chão, a criança vai ter mais facilidade para fazer força na hora de fazer cocô.

Um livrinho sobre o assunto pode ajudar, mas não é essencial.
3 - Deixe a criança se acostumar ao penico
Para começar, acostume seu filho a se sentar no penico uma vez por dia, mesmo que ainda sem tirar a roupa. Escolha um momento em que ele costuma fazer cocô -- depois do café da manhã, depois do almoço ou antes do banho.

Se ele não quiser se sentar, deixe estar. Nunca force a criança a sentar no penico, nem a segure. E não force a barra se seu filho estiver assustado. As consequências no futuro podem ser bem ruins, principalmente por causa da prisão de ventre.

Caso a criança resista a se interessar no desfraldamento, o melhor é esquecer o assunto por algumas semanas, e depois fazer uma nova tentativa. Nessa fase, não precisa nem explicar muito para que serve o penico. O objetivo é só acostumá-lo ao objeto.
4 - Sente-o no penico sem a fralda
Depois da fase de acostumar a criança a sentar no penico, sua meta vai ser convencê-la a sentar sem a fralda. Segure a ansiedade e deixe que ela só se sente ali, para ver como é. E comece a explicar direitinho que é isso que a mamãe e o papai fazem todo dia: sentam lá (no vaso sanitário, no caso de vocês) para fazer as necessidades.

Se seu filho captar logo a idéia e já fizer alguma coisa, ótimo! Mas não o force a conseguir. É importante que o interesse no processo seja dele, não seu.
5 - Explique o processo
Uma boa idéia é mostrar para a criança para onde o cocô vai. Quando ele fizer cocô na fralda, leve a fralda suja até o penico e ponha o cocô ali, para mostrar onde é o lugar certo. Depois, esvazie o penico jogando as fezes no vaso sanitário, e dê ao seu filho o privilégio de ajudar a apertar a descarga (só se ele quiser -- há crianças que têm medo).

Mostre também que depois é preciso vestir a roupa de novo e lavar as mãos.
6 - Incentive seu filho
Estimule a criança a usar o penico sempre que tiver vontade de fazer xixi ou cocô. Deixe bem claro que basta que você poderá levá-la ao banheiro. Se der, aproveite uma época de calor, que é mais favorável para o processo, e deixe-a circular pelada, com o penico bem à vista.

Diga a seu filho que ele pode usar o penico quando quiser, e o lembre de vez em quando.

Mas preste atenção: não adianta ficar levando a criança de hora em hora ao banheiro. Você precisa ensiná-la a pedir. Senão, na primeira oportunidade em que você esquecer de levá-la, ou estiver fazendo outra coisa, o xixi vai escapar na roupa mesmo. A comunicação e o controle do esfíncter (que variam, dependendo da maturidade de cada criança) são fundamentais para o processo de desfraldamento.
7 - Capriche na cueca e na calcinha
Cuecas e calcinhas de personagens ou com desenhos fazem sucesso. Você pode fazer um grande carnaval, mostrando ao seu filho como ele é grande e importante por já usar cueca (ou calcinha, no caso de meninas).

Mas você não precisa usar a roupa de baixo bonitinha e cara o tempo todo. Arranje também umas bem baratinhas, porque os acidentes serão inevitáveis e as trocas, bem frequentes.

Existem também fraldas de treinamento, as chamadas pull-ups. A vantagem é que elas funcionam como fraldas, mas são vestidas como uma calcinha ou cueca, portanto dá para a criança abaixar e levantar sozinha, se quiser ir ao banheiro. Muito mais fácil que abrir e fechar a fralda. O inconveniente é que elas são caras e difíceis de encontrar. Uma alternativa é ter um pacote só para sair, quando você não pode arriscar uma escapada de xixi ou cocô.

Temos um artigo especial sobre como desfraldar meninas e desfraldar meninos -- não deixe de ler.
8 - Tenha muita calma na hora dos acidentes
As escapadas e acidentes acontecem com praticamente todas as crianças, não tem jeito. É difícil manter a calma, mas se esforce para não perder o controle. Não vale a pena castigar ou punir a criança pela escapada. Os músculos dela estão ainda aprendendo e treinando o controle das fezes e da urina, e o processo leva algum tempo.

Quando acontecer o acidente, limpe tudo com tranquilidade e só diga ao seu filho que, da próxima vez, vai ser mais legal se ele usar o peniquinho.

Caso os acidentes fiquem muito frequentes, tenha a sabedoria de voltar atrás sem medo ou vergonha. É possível que o organismo do seu filho ainda não esteja preparado, e é melhor voltar a tentar daí a alguns meses.
9 - Comece a fazer o desfraldamento noturno
... Mas só quando a criança estiver preparada! Pode demorar -- anos até! O organismo da criança demora bastante para ser capaz de despertá-la se for necessário fazer xixi no meio da noite.

O que você pode fazer é tentar diminuir a quantidade de líquido que seu filho toma antes de dormir, e dizer a ele que chame você se precisar ir ao banheiro durante a noite. Só se aventure a tirar a fralda noturna quando, por diversas noites seguidas, a fralda tiver amanhecido completamente seca.

E saiba que, mesmo que tudo dê certo, um xixi na cama ou outro fazem parte da infância.
10 - Parabéns, você conseguiu!
Acredite. Por mais que demore, seu filho vai aprender a fazer xixi e cocô no lugar certo. E aí você não vai precisar trocar fraldas por um bom tempo -- bom, pelo menos até o próximo bebê, ou quem sabe o netinho...



http://brasil.babycenter.com/a3400179/desfraldamento-para-iniciantes#ixzz3097VGKbK






Quando e como tirar o bebê das fraldas

10/25/2013 Bookmark and Share
Quando e como tirar o bebê das fraldas
Sair das fraldas, controlando a emissão de urina e fezes, é conseguir aquilo que chamamos na medicina de “controle de esfíncteres”. Ou seja, controle voluntário das “torneirinhas“ naturais de nosso corpo.

Ao nascer o bebê não possui nenhum controle sobre os esfíncteres. Ele urina e evacua involuntariamente e o controle voluntário somente virá com o tempo. Isto explica o ditado popular que diz que “do bumbum dos bebês, de dentro das urnas e de certas cabeças, ninguém sabe o que vai sair…!”

E com que idade a criança adquire esse controle? Bem, como em todos os aspectos relacionados ao amadurecimento neurológico existe uma grande variação individual. A criança vai progressivamente adquirindo capacidades e habilidades, através de um fenômeno próprio dos organismos jovens, o nosso conhecido desenvolvimento neuro-psico-motor. Embora existam etapas bem definidas nesse processo, as diferenças são grandes de uma criança para outra.

A pergunta freqüente dos pais é: “quando e como devo começar a treinar meu filho para tirar as fraldas?”

De modo geral, o controle esfincteriano se inicia por volta de 18 meses de idade. Para saber a hora certa, a dica é esperar que a criança comece a avisar ou indicar de alguma forma, que evacuou. Não é preciso ter pressa! O treinamento feito antes da hora pode trazer conseqüências muito desagradáveis para a criança e seu desenvolvimento.

Também é muito importante que este treinamento seja feito de forma natural, sem ansiedade, mantendo um ambiente tranqüilo e um relacionamento amoroso com a criança.

O treinamento para controle das fezes:

Quando a criança já avisa que evacuou, então é hora de começar, primeiramente com o treinamento para controle das fezes.

O ideal é usar um piniquinho ou então o vaso sanitário, mas com tampa apropriada para crianças. Após as refeições um reflexo produz uma tendência natural para evacuar. Deve-se aproveitar e colocar a criança no piniquinho (ou vaso) umas 3 vezes por dia, cerca de 20 minutos após as principais refeições. Se já houver um horário em que a criança evacua com mais freqüência, aproveitar esse horário.

Deve-se deixá-la no banheiro por no máximo uns 10-15 minutos e durante esse período ela deve receber atenção do adulto e estímulo para evacuar, explicando a ela o que se deseja e pedindo-lhe ocasionalmente quem faça força. Pode-se fazer um pouco de massagem no abdômen. Vale conversar, contar historinha…Se nos primeiros dias ela não conseguir, não desanime, pois o controle virá com o tempo.

É importante saber que a primeira habilidade que a criança adquire neste treinamento é a de “segurar” a torneirinha fechada e só depois ela aprende a abri-la voluntariamente. Isto significa que no princípio a criança poderá evacuar logo após ser retirada do banheiro, pois estava voluntariamente (e as vezes até com algum esforço) segurando as fezes. Assim que sai, ela relaxa e evacua. Nesta hora a criança pensa que vai ser elogiada, por ter controlado o esfíncter fechado por alguns minutos, mas acaba levando uma bronca, e fica sem entender nada… O melhor nesta hora é limpá-la sem comentar nada.

Lembre-se sempre de elogiar os seus sucessos, mesmo que tenha sido apenas o de conseguir ficar sentada por alguns minutos! Quando ela conseguir finalmente evacuar, deve-se manter o horário e a rotina diariamente, para que o hábito seja fixado.

O treinamento para controle da urina:

Este treinamento só deve ser iniciado quando a criança já estiver evacuando normalmente no banheiro. Deve-se começar pelo período diurno, colocando-se a criança no banheiro pata tentar urinar, a cada 3 horas aproximadamente. Sempre explicando o que se deseja e até imitando o barulhinho do xixi.

Como sempre, elogiar os sucessos e ignorar, sem comentar, os “fracassos”.

O controle urinário diurno geralmente se consegue até os 2 anos e meio ou 3 anos, mas o noturno pode demorar até os 5 ou 6 anos de idade. Quando estes prazos (aproximados) são ultrapassados, dizemos que a criança está com enurese (ato de urinar involuntariamente), o que requer avaliação especial e eventualmente tratamento

A criança que volta a urinar ou evacuar na roupa

É freqüente recebermos crianças que já tinham perfeito controle de fezes e urina e repentinamente voltam a “sujar” a roupa. E por que isto ocorre?

Geralmente são crianças submetidas a algum “stress” psicológico, como por exemplo ciúmes por nascimento de um irmãozinho, luto por perda ou falecimento de parentes ou de animais de estimação, separação do casal, doença na família, desemprego, mudança de escola, etc. Muitas vezes a causa não está tão evidente para a família, pois determinadas situações são “escondidas” da criança, imaginando-se ingenuamente que ela nada percebeu.

Mas basta pesquisar um pouco e geralmente encontramos uma explicação.

A criança que está nesta situação precisa de apoio e compreensão da família e dos professores. Estas situações são geralmente temporárias e reversíveis, mas o pediatra encaminhará quando necessário para avaliação ou tratamento psicológico.

Outras situações:

Além da citada enurese podem surgir outros problemas, relacionados com o processo de controle dos esfíncteres, como por exemplo a obstipação intestinal (“intestino preso”), que pode ser causada pelo treinamento feito antes da hora. As vezes uma simples mudança nos horários da criança ou a introdução de uma nova atividade no horário em que ela está acostumada a evacuar pode trazer perturbações. Estes casos requerem sempre a avaliação do pediatra.

Adeus fraldas!

Ruy do Amaral Pupo Filho
Pediatra, Sanitarista e Escritor




O treino ao penico ou vaso sanitário depende do amadurecimento dos músculos responsáveis pelo controle do ato de urinar e defecar, que são os esfíncteres. Este amadurecimento se dá por volta dos dois anos de idade e adquire a plenitude por volta dos três anos, assemelhando-se ao estado de amadurecimento dos adultos.

Os pais devem ficar atentos, pois a criança sinaliza quando começa a se sentir incomodada por estar molhada ou com fezes, ou seja, está pronta para iniciar o treino.

Geralmente, o controle das fezes é mais bem sucedido e mais fácil que o da urina, pois pelo fato de a criança fazer menos vezes ou uma vez por dia, acontece quase sempre no mesmo horário. Além do quê, é difícil ocorrer à noite, durante o sono e mesmo com o corpo em estado de relaxamento.

Mãe colocando o bebê troninho sanitário - Iakov Filimonov / ShutterStock

É um processo que exige muita paciência e calma por parte dos pais, pois depende também de que a criança reconheça a vontade de evacuar ou de urinar, saiba se expressar adequadamente, para que possa ir ao lugar conveniente. Para isto, já deve ter sido providenciado o penico ou assento sanitário infantil.

Seria interessante, inclusive, que a própria criança escolhesse o seu ¨troninho¨, para que houvesse um estímulo a mais para iniciar o treino. Ele deve ser confortável e que possibilite o apoio dos pés no chão.

Mesmo assim, muitas vezes pode acontecer de não dar tempo. Os pais devem respeitar as dificuldades infantis, o seu próprio ritmo de aprendizagem, sem críticas, pois ela já se sente frustrada por não corresponder ao que esperam dela, bem como, ao que ela também espera de si mesma.

Durante o dia, a pessoa que está cuidando da criança, pode perguntar-lhe se não está com vontade de ir ao banheiro, pois ela pode estar tão absorta que nem se lembre ou por não querer interromper o que está fazendo. À noite, antes de colocá-la para dormir, leve-a para fazer xixi e não ofereça muito líquido.

De qualquer forma, de dia ou de noite, os ¨acidentes¨ acontecem, são comuns e as crianças não têm culpa, portanto, não devem ser castigadas jamais.

É importante destacar que o controle esfincteriano não é inato, depende de aprendizagem, do amadurecimento do sistema nervoso e do condicionamento, que se dá devido à repetição dos comportamentos durante o treino.

Não se pode esquecer de que a criança viveu em fralda suja por muito tempo antes desse procedimento ser iniciado e que devia às pessoas cuidadoras o fato de ficar limpa e seca.

Para facilitar o sucesso infantil, os pais devem aguardar o momento certo, que é quando ela começa a ficar incomodada, estimulando-a a se desenvolver, sem pressão. Eles têm que ter a sensibilidade de perceber que a criança está pronta para aprender e não impor o procedimento, pois poderá levá-la a atitudes de rebeldia. Isto não significa que devam ser permissivos, o que atrapalharia o aprendizado.

O controle dos esfíncteres têm relação com o domínio do próprio corpo e com o controle das emoções, por isso é tão importante.

A criança aprende que não pode mais evacuar ou urinar onde e quando sentir vontade. Deverá controlar suas necessidades até chegar ao local correto.

Os pais podem se valer de brincadeiras, momentos descontraídos para ajudar seu filho a não se sentir pressionado e compreender que o controle do próprio corpo é uma conquista valiosíssima, pois está deixando de ser bebê, vai cuidar da higiene e da limpeza e evoluir cada vez mais.

É por este motivo que muitas escolas só aceitam crianças a partir de três anos, pois além de ela ter aumentado significativamente seu vocabulário, podendo se expressar melhor, também já deve ter deixado o uso da fralda e estar apta para fazer uso do banheiro para fazer suas necessidades fisiológicas.

De qualquer maneira, se a criança estiver em condições físicas saudáveis e emocionalmente equilibrada, aprenderá o controle dos esfíncteres naturalmente, sem grandes transtornos.

Ana Maria Morateli da Silva Rico
Psicóloga Clínica






Quando retirar as fraldas?



O início da retirada das fraldas sempre gera grandes dúvidas nos pais. Esse deve ser um momento tranqüilo, considerado como parte da vida da criança e dos pais e encarado sem angústias.

O seu bebê está crescendo, tornando-se mais independente e deixando a mamãe mais livre também. É uma nova etapa, uma nova relação entre pais e criança que começa.

Os pais não devem ter pressa nesse processo. Uma criança que não tem maturidade suficiente para controlar seus esfíncteres (músculos que controlam a saída da urina e fezes) e é forçada a deixar as fraldas, pode ter sérios problemas de incontinência urinária ou de intestino preso. Portanto, não há nada melhor do que dar tempo ao tempo.

A criança precisa ter algumas habilidades para começar ficar sem as fraldas. Ela deve conseguir ficar sentada sozinha de 5 a 10 minutos, andar, falar para conseguir pedir para ir ao banheiro e tirar suas roupas que devem ser de fácil manuseio, como a de elásticos.

Geralmente, uma criança de 2 anos de idade já se encontra pronta para o início da retirada das fraldas. Nunca se esqueça que cada criança tem o seu desenvolvimento e o seu tempo para aquisição de habilidades. Respeite o momento de cada criança.

Tá chegando a hora - Uma dica para reconhecer que já pode começar o treinamento é quando a criança aponta ou comunica que está suja ou que está fazendo xixi ou cocô ou então quando se interessa pelo o que os pais ou irmãos vão fazer no banheiro.

Explique sempre o que acontece no banheiro de forma que a criança possa entender que aquele lugar é o ideal para fazer o xixi e o cocô. Deixar a porta do banheiro aberta faz com que a criança imite os mais velhos e perceba que esse “ritual” é corriqueiro.

Para iniciar o processo, compre um penico de escolha da criança e deixe no lugar em que a criança costuma brincar. A criança deve explorar o penico (não a deixe colocá-lo na cabeça) e ser estimulada a sentar nele com roupa, enquanto os pais explicam para que serve ou brincam com ela.

Quando a criança estiver familiarizada, coloque o penico no banheiro e passe as eliminações da criança da fralda para o penico na presença dela, sempre conversando e explicando o que acontece. Comece a deixar a criança de calcinha ou cueca sentada no penico.

Quando a criança conseguir passar uma grande parte do dia seca já se pode retirar a fralda. Não deixe de oferecer o banheiro ao pequenino várias vezes ao dia. Após o início do controle, ainda leva de 5 a 6 meses para que se efetue. Deve-se adaptar o vaso sanitário para a criança e estimular a utilização assim que estiver fazendo uso efetivo do penico.

Nunca retarde a ida ao banheiro quando a criança pedir. Respeite seus limites e capacidades. A fralda noturna pode ser retirada quando a criança começa a acordar seca. Isso acontece logo depois do controle diurno. As fezes são controladas um pouco mais posteriormente.

Vida sem fralda - Prepara-se para encontrar a cama molhada no começo do treino da retirada das fraldas noturnas. Isso é normal. Entre os dois e cinco anos de idade, a criança não tem total controle esfincteriano e podem ocorrer acidentes. Evite oferecer líquidos antes da hora de dormir e leve a criança ao banheiro antes de deitar ou mesmo durante a noite.

Não puna ou castigue a criança por ter fracassado. Essa atitude só atrapalha o aprendizado da criança. Elogie sem exageros quando a criança obter sucesso. Muitas vezes poderá ficar sentada no penico e no vaso sanitário sem fazer nada e assim que sair urinar ou fazer coco na roupa. É normal, o controle esfincteriano está começando. Limpe a criança e faça tudo de modo natural.

Meninos e meninas aprendem primeiramente sentados. Os meninos devem ser estimulados a fazer xixi em pé como o papai depois do controle já adquirido.

Algumas crianças regredirem nesse processo, pois podem querer chamar a atenção. Um motivo bastante comum para a regressão é a chegada de um novo irmãozinho.

Faça desse momento um período de trocas com seu filho. Dê muito amor e carinho. O único trabalho dos pais é criar condições para que o processo de aprendizado seja o mais descontraído possível.


Bruno Rodrigues

BEBÊS PINTORES - PLANEJAMENTO DAS EDUCADORAS

Postado por JANE HERCILIA , sábado, 14 de maio de 2016 15:31


DURANTE O PLANEJAMENTO  DAS EDUCADORAS PASSEI O VIDEO BEBÊS PINTORES DA NOVA ESCOLA.
AS TINTAS SÃO DE LEGUMES COZIDOS
É UM TRABALHO CINESTESICO.
O QUE É CINESTÉSICO.
DE ACORDO COM A NEUROLINGUISTICA, NOSSA PERCEPÇÃO DA REALIDADE SE DÁ POR TRES CANAIS : VISUAL,  AUDITIVO  E CINESTESICO.

CINESTESICOS SÃO OS QUE PROCESSAM AS SENSAÇÕES , LEM BRAM-SE DE TOQUES , GOSTOS CHEIROS , EMOÇÕES ,
BEBÊS SÃO TODO CINESTESICOS POR ISSO A IMPORTANCIA DO TOQUE NA PELE. SENTIR A TEXTURA , USAR TEMPERATURA  DIFERENTES.
https://youtu.be/IeF0Dg2m0gk

BRINQUEDISTA

Postado por JANE HERCILIA , 15:24

Foi muito bom. Mexendo no bau

OLÁ PESSOAL, SÃO TANTAS ATIVIDADES QUE TEM HORA QUE EU ACABO SAINDO DO AR!
BEM, AGORA EM JANEIRO DE 16 A 20 , ESTIVE NO INSTITUTO INDIANÓPOLIS FAZENDO O CURSO DE BRINQUEDISTA E FORMAÇÃO DE BRINQUEDOTECA.
TIVEMOS O PRIVILEGIO DE PASSAR UMA MANHÃ INTEIRA COM CELSO ANTUNES NUM PEQUENO GRUPO. FOI MARAVILHOSO. JÁ TINHA VISTO E OUVIDO ELE EM DIVERSAS PALESTRAS ATÉ MESMO AQUI EM BARRETOS, MAS FICAR PERTINHO OUVINDO ELE CONTAR SUAS HISTORIAS FOI UM PRIVILEGIO INARRAVEL.
FOI MARAVILHOSO POIS TIVEMOS PALESTRAS COM BEATRIZ , SANDRA, TEREZA ,


O DARIZ

Postado por JANE HERCILIA , 11:51

OI PESSOAL!
AQUI VAI UMA SUGESTÃO DE LIVRO.
VOU COLOCANDO OS QUE CONHECI PELAS MINHAS ANDANÇAS E ME APAIXONEI.

VAMOS LÁ O DE HOJE É :
 O DARIZ.
KKK É ISSO MESMO. É ASSIM QUE ESCREVE. ELE ESTÁ ENDUPIDO
 E ENCONTROU UM POTÃO, KK

ESTE LIVRO É D++++++
MUITO 10
GANHEI DE PRESENTE DA BIBI MINHA FILHA.

VOU CONTAR SÓ UM POUQUINHO..


CERTA MANHÃ,
ENGONTREI UM BODÃO GUE BENSAVA ZER UM DARIZ E FALOU:
- DAMBÉM ESDOU ENDUPIDO.
FALEI: - SE ESDAMOS ENDUPIDOS, ZÓ HÁ UMA GOISA A FAZER: ENGONTRAR UM LENÇO E ASSOAR.
E FOI ASSIM GUE A HISDÓRIA COBEÇOU
.

O nariz humano, um botão, uma tromba, um nariz de palhaço e um de Pinóquio, um bico, um focinho de porco e um de cachorro acordam entupidos e saem a procurar um lenço grande para se assoarem.

NO CABINHO DAMBÉM DESGOBRIMOS GUE NINGUÉM GONHECIA O CABINHO ESDÁVAMOS CABINHANDO A ESBO À BROGURA DO LENÇO CRANDE.” 
TEM QUE LER PESSOAL.
 MUITO BOM MESMO

O Dariz, Le Nez, em francês, do escritor e ilustrador francês Olivier Douzou, publicado no Brasil pela Cosac Naify, numa edição de capa dura, com tradução de Paulo Neves e ilustrações do próprio autor.
O autor se inspirou no conto satírico O Nariz, do escritor russo Nicolai Gógol, publicado numa revista em 1836. Pense! O conto tem como personagem principal o nariz de um oficial de São Petersburgo, que resolve abandonar o rosto do dono para ter vida própria. O Dariz, por sua vez, conta, em primeira pessoa e tendo como narrador um nariz entupido, a história de um nariz entupido em busca de um lenço grande para assoar.
PASSA NO BLOG JOGOS E MATERIAIS QUE TEM SUGESTÕES LEGAIS. 
 http://oficinasdealfabetizacao.blogspot.com.br/2010/10/dica-de-leitura.html